Monday, June 19, 2006

História Incoerente

Há vida em mim… vida que pulsa a cada bater do meu coração, que me corre nas veias e é sangue vermelho escuro, como o que me caminha pelo meu corpo. E há amor… e vontade de agarrar os segundos, os minutos, o maldito tempo fugidio…
… é a metáfora do tempo sempre presente na minha história, tal e qual a entropia dos acasos. Uma história onde há personagens a mais a irromper na acção, mas onde não há protagonistas nem vilões. Há momentos inesquecíveis e horas detestáveis. Há paixão feita de um simples olhar, sem limites, sem falas… e há vontade de gritar, de fugir e não voltar… mas no final será sempre uma história igual a tantas outras, onde se vislumbram sonhos sem fim… Não há histórias iguais, apenas a impossibilidade comum de delinearmos os nossos próprios destinos…

5 comments:

Nico said...

então, parece q isso anda complicado... ou não! eheheheh! actores secundários (ou simples figurantes) só tomam parte da acção se deixarmos... ou não! fui explícita o suficiente? :p ***

Sandra Policarpo said...

naaaa... isto nao é nada do que estas a pensar... lol :)

Anonymous said...

Os textos baixaram a qualidade e não têm a mesma qualidade de um passado recente? Porque será? Passou o entusiasmo do Blog ou pura e simplesmente a confusão que aparenta essa cabeça (revelada nas abordagens recentes) é impeditiva do dialéctico sensibilidade + racionaliodade = a harmonia.

António Pedro

Sandra Policarpo said...

talvez sejam ambas as coisas, António Pedro... para mim, o Verão nunca foi muito inspirador!

mas sinto exactamente isso que escreveu... qualquer uma das hipóteses serve se bem que acredito mais na perda de entusiasmo pelo blog.

Olinda said...

Não te esqueças que o tempo é controlado pela humanidade:

ele está apenas na nossa cabeça: a natureza, essa, é sempre jovem!